Conselheiros(as) da educação do Maranhão são escolhidos para participarem da ACADELCONE
A Importância do 13º Seminário Estadual dos Conselhos Municipais de Educação do Maranhão
Entre os dias 29 e 31 de outubro, o Auditório Fernando Falcão, na Assembleia Legislativa do Maranhão, sediou o 13º Seminário Estadual dos Conselhos Municipais de Educação do Maranhão, um dos mais importantes espaços de debate, formação e fortalecimento institucional da educação pública maranhense. Realizado pela União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação – UNCME/MA, o evento reuniu conselheiros, gestores, pesquisadores, técnicos educacionais, representantes de instituições públicas e da sociedade civil, com o objetivo central de promover reflexões estratégicas sobre o papel dos Planos Decenais de Educação como política de Estado.
Um encontro decisivo para o planejamento educacional dos municípios
A realização do seminário representou um marco para os municípios maranhenses, que atualmente vivem o desafio de monitorar, avaliar e revisar seus Planos Municipais de Educação (PMEs). Diante de metas que precisam ser retomadas ou atualizadas conforme novas diretrizes nacionais, o evento proporcionou formação qualificada para os conselheiros municipais, agentes responsáveis por fiscalizar, acompanhar e garantir que as políticas educacionais sejam efetivadas em consonância com a legislação vigente.
Ao trazer o tema “Os Planos Decenais de Educação como Política de Estado”, o seminário reforçou a compreensão de que o planejamento educacional não pode estar sujeito às mudanças de governo, devendo assegurar continuidade, coerência e compromisso público. Essa perspectiva foi amplamente debatida pelos especialistas convidados, que destacaram que a educação brasileira só avançará plenamente quando seus instrumentos de gestão forem valorizados como compromisso permanente e estruturante.
Debates qualificados e aprofundamento técnico
Durante os três dias de programação, os participantes tiveram acesso a mesas-redondas, oficinas temáticas, palestras e rodas de diálogo que abordaram temas fundamentais, entre eles:
diretrizes nacionais para a revisão dos planos decenais de educação;
financiamento e controle social das políticas educacionais;
fortalecimento institucional dos Conselhos Municipais de Educação;
regulamentação e implementação do Sistema Nacional de Educação;
desafios da qualidade educacional e da equidade nas redes municipais;
monitoramento e avaliação como instrumentos de gestão democrática.
As atividades propiciaram não apenas formação técnica, mas também troca de experiências entre diferentes municípios, permitindo que boas práticas fossem compartilhadas e que desafios comuns fossem discutidos coletivamente.
Fortalecimento dos Conselhos Municipais de Educação
Um dos grandes destaques do seminário foi o reconhecimento do papel estratégico dos Conselhos Municipais de Educação como órgãos de Estado, responsáveis por normatizar, monitorar e deliberar sobre políticas educacionais em nível local. O evento reforçou a necessidade de garantir:
conselhos autônomos, ativos e participativos;
formação contínua de conselheiros;
atualização das legislações municipais;
melhoria da estrutura física e administrativa dos colegiados;
integração entre municípios, Estado e União na construção de políticas públicas.
Ao fortalecer esses espaços de controle social, o Maranhão avança na consolidação de uma educação pública mais democrática, transparente e de qualidade.
Relevância política e social do seminário
A importância do 13º Seminário vai além da formação técnica: ele simboliza o compromisso coletivo com a defesa do direito à educação. Ao reunir diversos atores da área educacional, o evento contribuiu para a construção de consensos e para o alinhamento de estratégias que impactam diretamente o futuro das redes municipais e o desenvolvimento das políticas públicas no Estado.
O seminário também representou uma oportunidade de reafirmar o papel da UNCME-Maranhão como instância articuladora e defensora dos Conselhos Municipais de Educação, promovendo diálogo federativo e fortalecendo a participação social — pilares fundamentais de um sistema educacional sólido e democrático.
Conclusão: um marco para a educação maranhense
A realização do 13º Seminário Estadual dos Conselhos Municipais de Educação do Maranhão consolidou-se como um momento de grande relevância para a construção das políticas educacionais do Estado. Ao promover reflexões sobre os Planos Decenais de Educação como política de Estado, o evento reafirmou que o futuro da educação depende de continuidade, planejamento responsável, participação social e compromisso efetivo com a garantia do direito à educação de qualidade.
O seminário deixa como legado um conjunto de aprendizagens, articulações e propostas que fortalecerão o trabalho dos conselhos e apoiarão os municípios no processo de construção de uma educação inclusiva, democrática e socialmente referenciada.
ASCOM/UNCME-MA
Camilo defende regulação digital para proteger público infanto-juvenil


“É preciso ter uma regulamentação clara, forte no Brasil em relação à responsabilização dessas plataformas [digitais] que estimulam, não só a pedofilia, mas também o estímulo à violência, ao uso de armas, ao crime, às ações antidemocráticas”, afirmou o ministro.
Camilo Santana destacou também a necessidade dos parlamentares tratarem da questão. “É fundamental que o Congresso Nacional se debruce sobre isso, que é um tema que vem sendo discutido fortemente já há um bom tempo, mas que a gente possa dar esse passo importante para proteger as nossas crianças e adolescentes neste país”, completou.
O ministro da Educação deu a declaração durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pelo Canal Gov, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), ao comentar o vídeo do youtuber e humorista Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, sobre 'adultização' de crianças e adolescentes. O vídeo também denuncia perfis de influenciadores digitais que fazem a exposição sexualizada de menores na internet.
Diante de críticas de parlamentares de que a regulação das plataformas digitais representaria uma restrição à liberdade de expressão, o ministro Camilo Santana, esclarece que as situações não podem ser confundidas.
“O que está acontecendo hoje, muitas vezes, nas redes sociais é crime e está, inclusive, [previsto] em lei. A lei que vale para o mundo real, o analógico, é a mesma lei que tem que valer para o mundo digital”, defendeu.
Responsabilidade familiar
Além da regulação das grandes empresas de tecnologia que atuam no Brasil, o ministro considera importante que os pais e os responsáveis por crianças e adolescentes acompanhem o acesso às redes sociais por seus filhos ou menores de idade sob sua responsabilidade.
“É fundamental que os pais acompanhem seus filhos, monitorem, restrinjam. Primeiro, que eles não permitam que os seus filhos tenham acesso a algumas ferramentas digitais, dependendo da idade deles.”
O ministro pede aos pais que tenham consciência sobre a proteção deste público e alerta sobre o momento adequado para adolescentes terem contas em redes sociais. Ele destacou casos em que esse acesso ocorre aos 8 anos de idade, porém citou que estudos apontam que os adolescentes somente devem ter acesso a uma rede social depois dos 13 anos de idade e outros levantamentos indicam pelo menos, 16 anos para a liberação do uso.
Adicionalmente, o gestor da pasta da Educação pede atenção dos pais ao tempo de uso de telas pelo público infanto-juvenil.
“É importante que os pais restrinjam o acesso dessa criança a telas, restrinjam também o próprio acesso ao celular e também o tempo de uso, não só do celular, mas de qualquer tela, seja de computador, seja da própria televisão, seja de um tablet, seja de um telefone portátil.”
Para Camilo Santana, muitos pais consideram que seus filhos estão protegidos dentro do próprio lar sem considerar os perigos do acesso sem supervisão de crianças e adolescentes ao mundo digital. “Os pais precisam ter uma preocupação muito grande com seus filhos nesse mundo virtual de hoje”.
Durante a entrevista, o ministro da Educação lembrou a aprovação da restrição do uso de celulares em todas as escolas brasileiras, durante todo o turno escolar, a partir do ano letivo de 2025. As motivações apontadas por Camilo são os prejuízos sociais e os transtornos mentais que o uso excessivo de telas pode causar em fases da vida dos estudantes como a infância e a adolescência.
“Isso pode causar transtornos mentais muito graves, ansiedade, déficit de atenção na escola. É um absurdo imaginar um aluno dentro da sala de aula, com o professor dando aula e o aluno olhando o WhatsApp, passando mensagens, sem prestar atenção. Isso dificulta a aprendizagem e até a própria socialização entre os próprios alunos, o que faz parte do processo pedagógico", afirmou.
Camilo esclarece que a limitação do uso de equipamentos eletrônicos nas escolas não é uma proibição. Mas, o uso de dispositivos como smartphones e tablets deve de restrito aos fins pedagógicos e sob orientação de um professor.
Prefeito Fernando Pessoa acompanhado do secretário Carlos Júnior dar posse ao novo Conselho Municipal de Educação em Tuntum
A solenidade contou com a presença de lideranças políticas, secretários municipais, professores e demais representantes da comunidade educativa. Durante o evento, foi destacada a importância do conselho na formulação e fiscalização das políticas educacionais, visando garantir uma educação de qualidade para todos os tuntumenses.
A posse dos novos conselheiros representa um passo significativo no avanço das ações educacionais em Tuntum, consolidando o esforço conjunto da gestão municipal em promover melhorias no setor.








SÃO LUÍS – Programa de monitoramento dos planos municipais de educação é apresentado na PGJ
“O projeto tem como base esta plataforma que vai reunir dados, mas que prevê, ainda, a mediação social para os problemas encontrados. Portanto, nós discutimos hoje a implementação desse projeto”, explicou o promotor de justiça Eduardo Borges, coordenador do CAO-Educação.
Acompanharam Eduardo Borges na apresentação do projeto o professor Raimundo Palhano, da Fundação Sousândrade e da Escola de Governança, e Emerson de Araújo Silva, presidente da União Nacional do Conselhos Municipais da Educação/Maranhão (Uncme), que são entidades parceiras do Soma.
“Nós precisamos desta iniciativa para fiscalizar o cumprimento do plano e as metas da Educação nos municípios maranhenses, objetivando a melhoria da qualidade do ensino em todo o estado”, disse o procurador-geral de justiça.
Do MPMA, também participou da reunião o diretor da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), Fabio Henrique Meirelles Mendes, e a analista ministerial do CAO-Educação, Valéria Prazeres.
Redação: CCOM-MPMA
UNCME-Maranhão realizou Seminário Virtual para os Presidentes e Vice-Presidentes dos Conselhos Municipais de Educação do Maranhão
UNCME-Maranhão realizará Seminário Virtual/2024 no final de novembro para presidentes e vice-presidentes dos CME's do Maranhão
Com o tema básico: "Os Conselhos Municipais de Educação e o direito à educação no território maranhense", o Seminário Virtual para Presidentes Vice-Presidentes dos CME's do Maranhão/2024 que será realizado pela UNCME-Maranhão no final de novembro do corrente discutirá com conselheiros(as) municipais de educação assuntos educacionais de alta relevância para a atuação de qualidade dos colegiados de normatização dos sistemas municipais de ensino do território maranhense e assuntos internos administrativos da entidade que representa estes colegiados .
Seminário
Virtual de Presidentes e Vice-Presidentes
dos CME’s
do Maranhão
28 e 29 de novembro – Via Meet/TV UNCME-MA
Realização: UNCME-Maranhão
Tema Principal: Os
Conselhos Municipais de Educação e o direito à educação no território
maranhense.
Certificado: 10 horas
Programação:
1º dia: 28/11
15h – Acolhimento/Abertura
Mesa Temática 1 – 15h15 - “Estratégias
para reverter as dificuldades do monitoramento e do cumprimento do terceiro
plano municipal de educação no território maranhense.”
Dr. Eduardo Borges – CAO-Educação/MPMA
Prof. Raimundo Palhano – Escola de Formação de Governantes
16h15 – Apresentação do Cadastro
Estadual dos CME’s/UNCME - MA/2024: observações e incongruências.
Professoras: Rosimar
Monteiro e Robenilse Lima (Diretoria Executiva da UNCME-MA).
17h – Os CME’s do Maranhão e o exercício da Função Normativa – os atos
regulatórios no sistema municipal de ensino e os textos normativos.
Prof. Emerson Araújo
– Coordenador Estadual da UNCME-Maranhão.
18h – Encerramento.
2º dia:
15h - Acolhimento
Mesa Temática 2 – 15h15: - “A
transição dos novos governos municipais e os conselhos municipais de educação:
cenários complexos e o direito à educação.”
Profa. Gilvânia Nascimento – Coordenadora Estadual da UNCME-Bahia.
Francisco JR – Auditor de Controle Externo do TCE-MA e Presidente da AudTCE-MA.
16h15 –
Apresentação de minutas com propostas de atualização das Leis de Criação dos
CME’s do Maranhão, Regimentos Internos e Leis de criação dos sistemas municipais de ensino.
Diretoria Executiva da
UNCME-Maranhão
17h –
Plenária tira-dúvidas com participantes.
17h40 –
Informes administrativos da Diretoria Executiva.
18h – Encerramento.
Período de Inscrição: 19 a 27
de novembro de 2024 via link:
Levantamento nacional sobre educação infantil tem participação de 100% dos municípios
No mês da primeira infância, uma ação articulada entre diferentes pessoas, instituições públicas e organizações da sociedade civil alcançou um resultado inédito: em apenas 48 dias, todos os 5.570 municípios do Brasil e o Distrito Federal responderam ao Levantamento Nacional – Retrato da Educação Infantil no Brasil: Acesso e Disponibilidade de Vagas.
Desenvolvida para coletar informações que possam apoiar a elaboração de um plano de ação para garantia do direito à creche e à pré-escola em todo o país, a pesquisa é uma ação liderada pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Gabinete de Articulação pela Efetividade da Política da Educação no Brasil (Gaepe-Brasil), em parceria com o Instituto Articule, coordenador e idealizador dos Gaepes; a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) e Instituto Rui Barbosa (IRB), parceiros na implementação dos Gaepes; o Conselho Nacional de Justiça (CNJ); a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal (FMCSV); a Rede Nacional Primeira Infância (RNPI); a União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme); a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime); o Unicef e a Unidade de Auditoria Especializada em Educação, Cultura, Esporte e Direitos Humanos do Tribunal de Contas da União (AudEducação/TCU).
Para que os resultados da pesquisa retratassem, o mais fielmente possível, a situação geral do país nesse tema, as instituições parceiras da iniciativa se mobilizaram de maneira articulada e colaborativa. Dessa forma, foi possível atingir a totalidade de participação, algo inédito em um levantamento de participação voluntária no contexto recente da educação brasileira, ou seja, sem qualquer condicionalidade ou contrapartida vinculada.
Os dados serão agora organizados e analisados para que possam ser pensadas soluções ao desafio da expansão da educação infantil no país. As análises serão divulgadas ao público em breve.
Sobre o Gaepe-Brasil
O Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação no Brasil (Gaepe-Brasil), é uma instância de diálogo e cooperação entre atores do setor público e sociedade civil envolvidos na garantia do direito à educação. Seu objetivo é fomentar maior interlocução entre essas instituições de forma que possam ser propostas ações articuladas e pactuadas para dar mais efetividade à política educacional, com foco na redução da desigualdade e em um ambiente de maior segurança jurídica. Idealizada e coordenada pelo Instituto Articule, a iniciativa tem cooperação da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) e do Comitê Técnico da Educação do Instituto Rui Barbosa (CTE-IRB).
Fonte: https://articule.org.br/
UNCME-MA é ovacionada em encontro formativo do Pacto pela Aprendizagem do Maranhão
O Maranhão, através do regime de colaboração entre as principais instituições de educação do Estado SEDUC-MA, CEE-MA. UNDIME-MA e UNCME-MA saiu recentemente do vigésimo terceiro para o ´décimo lugar na proeficiência de leitura para alunos(as) do 2º ano do ensino funamental a nível nacional e conseguiu a terceira colocação entre os entes estaduais do Nordeste, uma marca histórica para alfabetização de alunos/alunas do segundo ano no Maranhão segundo dados recentes divulgados pelo MEC.
Mensagem da Coordenação Executiva da UNCME-Maranhão sobre o 12º Encontro Estadual dos Conselhos Municipais de Educação do Maranhão
Foi uma honra tê-la(o) conosco de 22 a 24 de maio, em São Luís-Maranhão, no 12º Encontro Estadual dos Conselhos Municipais de Educação do Maranhão. A diretoria executiva da UNCME-Maranhão procurou fazer o melhor para todos(as) com uma programação temática variada sobre a educação brasileira, maranhense e municipalista e uma organização administrativa do evento que procurou atender aos/às participantes com zelo e dedicação. Falhas, é claro, acontecem, mas a cada encontro/evento vamos sempre procurar acertar e melhorar cada vez mais.
Os CME's nos sistemas municipais de educação

Formulação de Políticas Educacionais: Os conselhos participam ativamente na formulação da política municipal de educação. Eles colaboram na criação de diretrizes, metas e estratégias que beneficiam os estudantes e a comunidade.
Essa participação garante que as políticas educacionais sejam adequadas às necessidades locais, considerando fatores como cultura, economia e infraestrutura.
Controle Social e Transparência: Os conselhos são um canal de controle social. Eles monitoram a execução das políticas educacionais, garantindo que os recursos sejam utilizados de maneira eficiente e transparente.
A presença dos conselhos promove a accountability (prestação de contas) dos gestores públicos, assegurando que as decisões sejam tomadas de forma responsável e em benefício da comunidade escolar.
Defesa do Direito à Educação: Os conselhos atuam como defensores do direito à educação. Eles zelam para que todos tenham acesso a uma educação de qualidade, independentemente de sua origem, gênero ou condição socioeconômica. Essa defesa é fundamental para a promoção da igualdade e equidade no sistema educacional.
Normatização e Mediação: Os conselhos elaboram normas complementares como órgãos normativos do sistema municipal de ensino. Essas normas ajudam a orientar as práticas pedagógicas, administrativas e financeiras das escolas.
Além disso, os conselhos atuam como mediadores e articuladores das demandas educacionais locais junto ao governo municipal. Eles buscam soluções para desafios específicos enfrentados pelas escolas e comunidades.
Gestão Democrática e Autonomia Municipal: Com a criação dos conselhos, o município ganha autonomia na gestão de políticas educacionais. Isso permite que sejam atendidas as necessidades locais de forma ágil e eficaz.
A participação dos conselhos na elaboração de normas e na tomada de decisões promove a gestão democrática, envolvendo professores, pais, alunos e demais membros da comunidade escolar.
Em resumo, os Conselhos Municipais de Educação são peças fundamentais para a construção de um sistema educacional mais justo, inclusivo e eficiente. Sua atuação contribui para o desenvolvimento pleno dos estudantes e para o fortalecimento da cidadania.
Deputado Estadual Ricardo Arruda recebe a UNCME-Maranhão na Assembleia Legislativa (ALEMA)
Os Professores Emerson Araújo, João Jardel e a Professora Maria Robenilse, membros da atual diretoria executiva da UNCME-MA, foram recebidos, na manhã desta quinta-feira(29), pelo Deputado Estadual Ricardo Arruda na ALEMA onde trataram de uma pauta extensa de interesses dos CME's e da UNCME-MA.
O Deputado Estadual Presidente da Comissão de Direitos Humanos da ALEMA, Ricardo Arruda, ao final do encontro, reconheceu a importância dos CME's e da UNCME-MA para a qualificação e fortalecimento da educação básica municipal maranhense.
Ricardo Arruda, ainda, colocou o seu mandato na ALEMA a serviço dos CME's maranhenses e da UNCME-MA.
Tuntum sedia a posse da nova diretoria executiva da UNCME-Maranhão
UNCME-Maranhão participou da CONAE/2024 em Brasília
A União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação do Maranhão esteve representada na CONAE pelos professores e conselheiros municipais de educação Emerson Araújo e João Jardel.
A CONAE de 2024 realizada em Brasília foi um momento histórico da retomada da educação brasileira com a participação de vários segmentos da sociedade civil, discutindo metas e estratégias para a construção do próximo plano nacional de educação para o decênio de 2024 a 2034.
Realizada a CONAE de 2024 em Brasília espera-se, agora, a aprovação pelo Congresso Nacional do novo Plano Decenal de Educação que irá balizar os novos planos estaduais e municipais de educação nos próximos meses.
A UNCME do Maranhão por sua militância histórica em defesa da educação de qualidade social estará incentivando a construção dos novos planos municipais de educação no território maranhense sempre com o olhar e o desejo institucionais de defender uma educação básica pública democrática com controle social no Maranhão para a próxima década.
Governo abre neste domingo Conferência Nacional da Educação
Cerca de 2,5 mil pessoas, entre representantes da sociedade civil, segmentos educacionais, setores sociais e entidades governamentais, são esperadas para a abertura do evento. Sob a coordenação do Ministério da Educação (MEC), a Conferência será desdobrada em sete eixos temáticos, onde serão debatidos objetivos, diretrizes, metas e estratégias para a construção do PNE 2024-2034, documento crucial para as políticas educacionais do país.
Antes da Conferência Nacional, foram realizadas conferências estaduais, distritais e municipais entre outubro e novembro de 2023, coordenadas pelo Fórum Nacional de Educação (FNE). Este último é um espaço de interlocução entre a sociedade civil e o Governo Federal, responsável por articular os debates e encaminhar propostas para a Conae 2024. O documento de referência para o PNE 2024-2034 será elaborado com base nas discussões realizadas nesses eventos preparatórios.
A importância do PNE 2024-2034 reside na definição de metas nacionais para a educação, com responsabilidades compartilhadas entre União, estados, Distrito Federal e municípios, a serem cumpridas até 2034. A conferência visa também fortalecer a cooperação federativa na área da educação, além de garantir a participação social na formulação das políticas públicas educacionais.
A Conferência Nacional da Educação é um momento crucial para o planejamento e aprimoramento do sistema educacional brasileiro, reunindo representantes de diversos setores para contribuir com o futuro da educação no país.













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